Lucinda Riley é diva!!


Sim, começarei toda resenha dela assim, porque é verdade.

Penseeee em um livro que te faz sorrir, chorar, xingar, te faz torcer e faz você vibrar com o que acontece, isso em meio a regatas, composições, orquestras, música. É quase mágico.

Ah, para quem se pergunta, se quiser ler o primeiro livro é bom, mas dá pra se entender a história sem lê-lo antes.

Kit lindo que a Arqueiro enviou


O segundo livro das Sete irmãs ( o primeiro resenhado AQUI), desta vez apresenta a segunda irmã adotada Alcione ou Ally, embora seja a mais velha de todas. Ela é a líder das irmãs, mesmo que todas procurem Maia, para resolver seus conflitos interiores, é Ally quem dá a voz as meninas em grupo.

A história começa com Ally recebendo a notícia que Pa Salt tinha falecido, e sua dor ao ver que quando supreendeu o Titã, o iate do pai, no meio do oceano, era o sepultamento de Pa Salt que ela estava presenciando e também há o estranho relacionamento com o iate de um outro magnata que foi encontrado morto. Ally lembra da semana maravilhosa a bordo do barco de Theo, o rei dos mares, seu capitão na regata que fará. O homem por quem se apaixonou.

A morte de Pa Salt abala Ally, mas depois de muito refletir, ela sabe que seu pai não quereria que ela parasse sua vida. E ao receber sua carta, ela se emociona muito com as palavras do pai, afinal sua paixão pelo mar veio dele, mesmo que isso a tenha afastado de sua carreira musical promissora como flautista. Mas ela não se arrepende, afinal ela também ama velejar. Na sua carta ela recebe um sapinho, que ela não sabe o que é , e a indicação de um livro.

Em momentos de fraqueza, você vai encontrar sua maior força.

Depois de mais uma tragédia na sua vida, ela decide ir para a Noruega atrás de seu passado, de sua família, e suas buscas a colocam em contato com Thom Halvosern, que a leva a acreditar ser parte de sua família, e assim descobrindo a história da familia Halvorsen até o tataraneto, último descendente e herdeiro de Froskehuset, a casa onde o clã morou há séculos,e com isso coloca música de novo em sua vida e um novo motivo para continuar.

Enquanto acompanhamos Ally na suas buscas, vamos acompanhando com ela a história de Anna, que é uma camponesa que tem sua vida modificada quando Herr Bayer descobre seu talento e oferece a ela chance de ser seu tutor e estudar música. Com isso ela parte com a missão de se tornar uma cantora de prestígio.

Depois de um tempo ela consegue uma oportunidade única:interpretar as canções de Grieg para a famosa obra de Ibsen, Peer Gynt, no papel de Solveig. Mas não como ela imagina, ela faria somente a voz da protagonista, porque uma atriz já estava escalada, ou seja, não seria ela no palco mais famoso da Noruega. Ficaria só nas coxias, em anonimato. Algumas pessoas do elenco e da orquestra não sabiam de quem era aquela voz tão pura e única, o que desperta um certo interesse, principalmente em Jens, conhecido como 'O Canalha', que está disposto a descobrir quem era a dona daquela voz incrível.Infelizmente sua inocência acaba fazendo com que ela se meta em problemas que podem custar muito em sua vida.

Ela é uma voz fantasma. Ninguém faz ideia de quem ela seja

Pense nesse livro como um que a gente consegue se emocionar e se surpreender a cada página. Ok, algumas coisas eu já sabia logo de cara, afinal tem algumas coisas que estão na cara, outras , Lucinda me pegou de surpresa. Chorei.De verdade.

Ally é uma mulher forte, sempre foi do tipo que correu atrás do que quis e fez o que quis, mas a morte de Pa Salt a desestabiliza um pouco, mas ela encontra em Theo, que homem mais tchuco, um novo porto seguro. Depois de mais um acontecimento triste, ela acaba indo atrás de sua família na Noruega, seguindo as orientações de Pa Salt, e acaba que faz amizades com Willem, que é uma graça, Thom , que pelo visto tem papel fundamental no próximo livro haha, Felix, entre outros.

Nessa nova fase, ela redescobre a música na sua vida, e assim a flauta é resgatada e volta a ser tocada. Mas não esquece de fazer contatos com pessoas que são queridas por ela como Celia, Peter, suas irmãs, Ma.

Anna é inocente mas depois o mundo mostra as garras né. Sua voz faz com que ela atraia muitas pessoas a sua volta, inclusive duas que mudarão a sua vida.

A autora nos faz viajar pelo mar e pela terra, entre a Mansão, Grécia e Noruega. Nos faz entender um pouco sobre as regatas e sobre música, composições e orquestras.

Amei demais essa leitura e como já é de praxe, Lucinda acaba o livro mostrando a irmã do próximo livro, Star  - ou Estrela, como traduziram e eu detestei - e te dá aquela vontade de roubar o manuscrito dela, que ela finalizou agora em dezembro, só pra matar a curiosidade, porque com esse final, vai ser díficil ficar esperando calmamente.

A única coisa que me irritou foi traduzirem o nome das irmãs Star virou Estrela, como já mencionei, e CeCe virou Ceci, essa nem Tanto, mas o nome da Star ficou esquisito, já que seu nome é Asterope. Enfim, coisas de tradução. Mas, eu não gosto quando traduzem o nome de um personagem.

No entanto, por mais que suas intenções sejam boas, eu não acredito mais em milagres.

LEIAM!! Ou se você tem problemas de ansiedade aguarde o próximo sair rsrs


Ok, não podia deixar vocês sem minha teoria da conspiração. Já estava pensando nela da outra vez, mas até Ally, pensou em parte, como eu , então vamos lá.

Acho que Pa Salt não morreu. E acho mais. Acho que é sétimo livro, sobre a Mérope, a sétima irmã que não "existe", na verdade é a única filha de sangue dele, que ele não sabe onde está, e no último livro será contada a história desse homem enigmático, e o motivo dele ter escolhido essas seis meninas para serem suas filhas, já que está claro que todas tem ligação com sua história. #SóAcho


Beijos Beijos.

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