Sabe quando você lê uma sinopse e pensa que é uma coisa, dai quando você lê descobre que não é exatamente o que pensou. Então, Primeiro e Único da Emily Giffin - autora de O noivo da minha melhor amiga - foi exatamente assim.




O Livro conta a história de Shea, de 33 anos, que sempre morou na mesma cidadezinha toda a vida. Ela é fanática por Futebol americano, tanto que quando se forma em jornalismo, ela vai trabalhar no no Universidade, com a liga universitária da Walker. Lá ela convive diariamente com o Treinador Carr, uma espécie de ídolo, e pai de sua melhor amiga Lucy.

O treinador Carr acaba de perder sua esposa, e só fala abertamente sobre isso com Shea. Lucy e a mãe de Shea, ficam pé atrás com essa relação, mas acreditam que seja por causa do amor pelo futebol que os une.

Meu pai do céu, vocês dois são a mesma pessoa! Minha melhor amiga e o meu pai são a mesma pessoa - retrucou Lucy, balançando a cabeça.

A morte da sra Carr faz Shea rever toda a sua vida, afinal aos 33 anos, ela não é casada, tem filhos ou um emprego top.Ela nunca saiu de sua cidade, ao contrário de Lucy que foi para uma universidade fora dali,  casou, tem uma filha e montou sua loja de roupas ali.

Depois de um empurrão do treinador, Shea termina o relacionamento dela com Miller, com quem estava só por ficar, consegue um novo emprego, e começa a namorar o jogador mais Top da NFL, Ryan James. Uma espécie de Tom Brady, só que mais bonito e solteiro.

Conforme a história vai se desenrolando, vemos que nem tudo oq ue parece ser é o que realmente é. Com uma inspeção para descobrir fraudes e outros esqumas no clube, Shea descobre que seu clube não é tão limpo como ela imaginava que fosse, que seu prínicpe encantado, talvez nem chegasse a sapo, e que o amor por vir de onde menos se espera.

Bem, é nisso que somos diferentes - ele comentou, com o sorriso ainda mais largo. - Porque eu te amo mais quando você não deixa a bola cair. Por assim dizer.

Entendi. Nada mais de turnovers

O livro é muito bom. Eu li ele em poucos dias, a escrita da autora é fluída e é narrado em primeira pessoa. logo de cara eu já comecei a ver o desenrolar da história, mas não sabia se iria terminar do jeito que achei, o que a autora deixou em suspenso até o finalzinho mesmo.

Shea é aquela mulher forte, que ama futebol mais que tudo, tem no Treinador Carr seu mentor, já que seu pai abandonou ela e sua mãe para voltar para sua outra família. Ela foi seguindo a maré, e se acomodou de tal forma, que só com a morte da Sra Carr é que ela começa a se incomodar com a vida que tem.

Eu só acho... Você sempre o admirou muito. Como se dosse um pai. Eu sei, eu não estava por perto enquanto você crescia.

O treinador Carr é o homem quase perfeito, bonitão, simpático, bom marido, um bom pai - ou quase , e um perfeito treinador da universidade.

Ryan é um personagem que eu não fui com a cara. Ele é bonitão, charmoso, mas alguma coisa me impedia de gostar dele, e lá pelo meio do livro, começamos a ver sua verdadeira personalidade.

Assim como Lucy, ela pode ser a amiga perfeita, mas a forma como ela fica pressionando Shea a fazer coisas que ela ache certo, eu não gostei. Amiga que é amiga te aceita mesmo com os bofes errados, e por mais que não goste não fica se intrometendo.

Indico, é uma leitura leve e rápida, e para quem gosta de futebol americano, é um incentivo a mais para ler.


Beijos Beijos



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