Então um dia a morte vem.

E ela não tem dia, hora e nem lugar. Ás vezes chega de mansinho, ás vezes chega fazendo bagunça.

Mas ela vem. Para todos. Independente de quem seja.

Fatalidade, destino, azar , vontade de Deus ou nada disso?

Meu texto hoje é sobre a Chape. Porque estou triste e emocionada. Sei que muitos não aguentam mais esse assunto, mas eu precisava escrever sobre isso. Mesmo que o texto fique meio sem pé, nem cabeça!

Estou triste pelas tantas vidas arrancadas na tragédia da chapecoense e pela nossa insignificância nessa vida. Pela dor dos familiares e dos amigos dessas pessoas.

Não sei se é porque eram todos jovens e em busca do sonho pelo qual lutaram bravamente, ou se é por serem brasileiros como eu, ou se é porque somente diante dessa tragédia é que relembro que o amanhã pode não chegar. Sinto como se fosse alguém próximo, alguém conhecido.

Ainda hoje estou chocada e de luto por um time pela qual eu não era torcedora, por profissionais que eu não conhecia. Mas que são pessoas que tem famílias, amigos e que tinham uma vida toda pela frente.

Sei que todos os dias milhares morrem devido a guerras urbanas, acidentes de carro, doenças , etc. Não que não seja triste ou que tenha menos valor, mas isso nos deixa meio calejados a este tipo de fatalidade diária - horrível , eu sei. Mas é um baque quando acontece uma tragédia como essa, levando mais de 70 pessoas, que um dia atrás estava comemorando, cheios de vida.

E o que me deixou - e deixa - emocionada e arrepiada é o show de empatia que nossos hermanos colombianos demostraram a todo momento desde o acidente. Eles choraram o nosso choro, eles demonstraram um carinho que tenho duvidas que se fosse o inverso, nós teríamos feito o mesmo.

Será que teríamos lotado nosso estádio para homenageá-los como eles fizeram? Será que o nosso time teria querido abrir mão do titulo? Será que teríamos feito o mesmo esforço? Será?

Aliás pelo mundo todo nós vimos as mais lindas manifestações de pesar e luto pelas perdas do mundo esportivo, a maior de todos os tempos.

Enquanto os dias vão passando, os "e se..." vão aparecendo, os fatos começam a clarear o que aconteceu, mesmo que isso não traga eles de volta, a dor vai ficando menos dolorida - mesmo que nunca passe -, as lembranças vem vindo, e amanhã depois deles terem sido pranteados e enterrados por seus entes queridos , é que a realidade chega para quem ficou.

Por isso vamos nos lembrar de sempre dar aquele abraço que queríamos, não deixar para depois o que temos o hoje para fazer. Diga sempre "eu te amo" para as pessoas que você ama!

Pode não haver um depois, um amanhã!

Beijos Beijos


Sabe o que é melhor que uma série de livros??

É ter um livro para rever nossos personagens preferidos depois que a série termina. E foi o que a editora Arqueiro e a linda da Julia Quinn fez para nós. Neste livro ela nos conta mais um pouquinho sobre a vida dos Bridgertons e ainda dá um vislumbre de Violet. Confesso que alguns epílogos eu já tinha lido nos livros originais em inglês, outros ainda não.

Se você não leu nenhum da série, eu aconselho a não ler esta resenha porque haverá spoilers, afinal são segundos epílogos.

O duque e eu: O segundo epílogo

Rever Daphne e Simon aqueceu meu coração, e ainda ver uma Daphne com três filhas já grandes e mais um garoto de uns 16 anos - claro que todos com nomes em ordem alfabética- , com seus 40 e poucos e ainda muito apaixonada por Simon é muito fofo.

Nesse segundo epílogo descobrimos junto com ela, que está grávida  após tanto tempo.Mesmo em meio a visitas do irmão Colin com a família, envolvida em seu próprio drama, as filhas em diferentes idades e na sociedade, ela ainda não sabe como contar sobre a gravidez. E ainda temos as cartas que Simon recebeu do pai e nunca as leu, mas que garanto quer como eu, muitos ficaram curiosos para saber o que continham.

– Como foi que conseguimos ter três meninas na sociedade ao mesmo tempo?
– Diligência procriadora no início do nosso casamento – respondeu Daphne com atrevimento, então se lembrou do calendário em sua mesa.

O visconde que me amava: O segundo epílogo

Conto do Anthony e da Kate, claro que só podia ser envolvendo Pall Mall, que é aquele jogo estilo croquet que eles jogam no livro, discussões e armações. A história se passa 15 anos depois do casamento deles.

Esse foi o epílogo que eu menos gostei. Sei lá. Adorei o livro porém não gostei tanto do epílogo. Claro que vemos que os dois não mudaram nada, mas sei lá. Faltou alguma coisa, ou melhor, ficou mais do mesmo. Nesse revemos todos os integrantes originais do jogo *=*

– Alguma chance de você moderar o vocabulário na presença das damas? – disse o marido de Daphne, Simon, duque de Hastings.
– Ela não é uma dama – resmungou Anthony. – É minha irmã.
– Ela é minha mulher.
Anthony sorriu.
– Ela já era minha irmã antes.
Um perfeito cavalheiro: O segundo epílogo

Na verdade este epílogo é sobre a irmã boazinha de Sophie, Posy. Afinal já sabemos que a irmã Rosamund era uma... enfim, quem salvou Benedict e Sophie foi Posy, e claro que ela foi expulsa de casa, mas para felicidade geral da nação, Violet a "adota". Assim, mais feliz que nunca, Posy vai vivendo. Mas Sophie que quer ver a irmã feliz como ela e já tem até um pretendente para a moça.

Adorei saber mais sobre Posy, um personagem secundário, mas que faz toda diferença na história. E claro ver mais de Benedict e Sophie, um dos meus casais preferidos *=*
Posy olhou para ela desconfiada. A maioria das pessoas achava que Sophie era uma péssima mentirosa, mas isso era apenas por causa de seu olhar angelical. E ela raramente mentia. Então todos achavam que, se mentisse, seria péssima nisso.
Posy, no entanto, sabia que não era bem assim.

Os segredos de Colin Bridgerton: O segundo epílogo

Quem aqui não ficou curioso para saber como Eloise ficou ao descobrir que sua melhor amiga lhe escondia um grande segredo. Eu sei que eu fiquei.

E ainda de quebra conseguimos mais um tempinho com Colin, Penelope e Eloise na véspera do casamento dessa última.

– Lamento muito mesmo – falou. – Eu devia ter lhe contado. Eu devia ter...
– Você ficou louca? – perguntou Eloise, parecendo finalmente acordar. – É claro que você não devia ter me contado. Eu nunca conseguiria guardar esse segredo

Para Sir Phillip, com amor: O segundo epílogo

Esse foi um dos epílogos que eu mais gostei, porque conta a visão da Amanda, já adulta e se apaixonando *=*

E claro revemos Eloise, casamenteira, e Penelope, e uma das cenas mais tocantes foi a de Philip e Amanda conversando. Muito fofo.
– Bem, não quando você era muito pequena. Você era um pesadelo tão grande que eu duvidava que alguém um dia fosse querer se casar com você.
– Pai!
O conde enfeitiçado: O segundo epílogo

Esse eu já tinha lido no livro em inglês.

Eu não fui muito com a cara da Francesca, mas esse epilogo é tão bonitinho que passou a minha birra por ela. Nele revemos alguns personagens e vemos a alegria dela pelo sonho finalmente realizado.
– Prometa-me – disse ela. – A senhora tem que me prometer que sempre será mais feliz do que triste.
Um beijo inesquecível: O segundo epílogo

Esse é um dos mais engraçados. Esse eu também já tinha lido, mas nunca é demais reler. Isabella é igualzinha a Hyacinth quando mais nova, e isso é o pesadelo da mãe né. Mas o foco da história ainda são os diamantes.

Deus do céu, sua filha não tinha senso de decoro. Isabella tinha suas opiniões e, embora Hyacinth fosse sempre a favor de uma mulher ter opiniões, era ainda mais a favor de uma mulher que sabia quando compartilhar tais opiniões.
A caminho do altar: O segundo epílogo

Esse foi o que mais partiu meu coração. Lucy teve uma porrada de filhos e este epílogo é sobre o seu ultimo parto, o dos gêmeos. Ai gente, fiquei com medo da Julia nesse livro. Fiquei morrendo de dó do Gregory e da Lucy.
– Minha mãe com certeza vai dizer que qualquer pessoa sensata teria parado em oito – disse Gregory. Ele sorriu para Lucy. – Quer segurar uma?

O florescer de Violet: Um conto

E finalmente temos a história de Lady Bridgerton, a mãe dessa familia enorme e que tem mais netos que não sei o que.

Mas vê-la com Edmund quando crianças e adultos, me deixou tão encantada que fiquei muito triste quando ele morre, mesmo sabendo desde o começo que ele iria morrer. Mas ela se tornou tão forte, tão sábia e tão maravilhosa que a gente torce para que ela encontre outro amor.
–Edmund, certo, é claro. Se Edmund Bridgerton incomodá-la novamente, vou chamá-lo para defender a sua honra.
– Um duelo? – sussurrou Violet, cada centímetro de seu corpo formigando de prazer horrorizado.
– Até a morte – confirmou o pai. – Ou talvez apenas uma repreensão séria. Realmente prefiro não ir para a forca por matar um menino de 9 anos.
– Dez – corrigiu Violet.
– Dez. Você parece saber muito sobre o jovem Sr. Bridgerton

Adorei este livro, os contos são super rápido de ler.  E nós revimos um pouco de cada história, além de ter visto alguns dos próximos descendentes dos Bridgertons. já quero livro com a Isabella.


Como eu disse, não foi amor à primeira vista, já que não acredito nessas coisas. Não foi nada à primeira vista, na verdade, mas havia algo... uma identificação... um senso de humor. Não sei ao certo como descrever.Imagino que, se pressionada, eu diria que era uma sensação de familiaridade. Como se, de alguma forma, eu já o conhecesse. O que, naturalmente, era ridículo.
Beijos Beijos

Somente no silêncio a palavra, somente nas trevas a luz, somente na morte a vida: o voo do falcão brilha no céu vazio. – A criação de Éa
Ai gente como é bom fazer resenha de um livro que a gente tenha gostado né?

O Feiticeiro de Terramar me surpreendeu e muito. Achei que seria uma coisa, tipo um primo distante de Harry Potter, mas depois de ler esse livro magnífico de Ursula K.Le Guinn vejo que ele tem um universo todo dele. Não dá para comparar. A autora escreve com propriedade o livro e muitas vezes nos encanta.

Nós acompanhamos Dunny, posteriormente Ged, desde que ele começa a dar os primeiros passos pra a magia, com a ajuda da tia, até o dia em que depois de salvar sua vila, escondendo-os atrás de um nevoeiro, dos guerreiros mais letais que existiam.Só que depois de exigir tanto de si, ele fica fraco.

É desse modo que Ogion, um mago muito famoso, o encontra e o cura e no dia de seu aniversário de 13 anos, ele recebe o seu nome verdadeiro do que se tornará seu mestre: GED.Só que o rapazinho é muito ansioso e quer aprender tudo logo, e depois de um desliza, Ogion lhe dá a opção de continuar seus estudos com ele ou ir para a escola de magos Roke.
Como é que eu ia saber dessas coisas se o senhor não me ensina nada? Desde que vim morar aqui, não fiz nada, não vi nada! - gritou Ged, tomado pela vergonha.
Assim ele é enviado por seu Mestre para a escola de feiticeiros - quem se lembra de Hogwarts o/ - e ele começa seu aprendizado como feiticeiro em um lugar que vai ser sua benção e sua maldição. Um lugar onde ele vai aprender os dons da magia e o preço que ela cobra se usado de qualquer forma.
Acho que esta jornada vai conduzi-lo á morte - disse a garota - e,  ele tem medo disso, embora siga adiante.
Ged,ou o Gavião como mais tarde é conhecido, tem seu começo com aquele ar que se acha, arrogante ao extremo e isso só o vai fazer sofrer.Ele não faz muitos amigos, aliás ele só faz um amigo. Ele é arrogante , porque ele sabe que tem um dom natural, e é muito bom no que faz. O que faz dele um líder rapidamente, porém isso desperta a rivalidade com um dos garotos mais velhos e que também é um líder ali, só que Jasper é três anos mais velho que Ged, e quem mais consegue deixa-lo desestabilizado.

É essa rivalidade entre Jasper e Ged que é o pivô de todo o prolema que quase mata o garoto e que o leva a aprender difíceis lições mesmo sendo tão novinho. E é com essa culpa que Ged roda o seu mundo atrás do perigo que ele soltou. E mesmo ele tentando não precisar da ajuda de ninguém, ele percebe que isso não vai funcionar sozinho.

Assim seus únicos amigos verdadeiros são Vetch, um garoto mais velho também, e um Otak, que é um animal selvagem que lhe é obediente e é chamado Hoeg, vão ajudá-lo nessa empreitada.
Gavião, dizem que um homem que se torna favorito de um animal selvagem é um homem a quem os poderes antigos da rocha e da primavera falarão com voz humana.
A escola, nos faz lembrar Hogwarts, talvez por ser a nossa primeira referência no mundo mágico, talvez algumas aulas. Lá são 09 mestres , chamados de Os Nove, e eles ensinam coisas como canções sobre feitos de heróis ou de sabedoria, há aulas sore feitiços, ilusões, como controlar as matérias, transformações, plantas e outras coisinhas.E eles tem uma floresta proibida também haha.

A diferença não está na escola, mas no mundo mágico que a cerca. Terramar é diferente do nosso mundo, e lá os povos conhecem magia, e tem seus feiticeiros e bruxas para ajudá-los, além disso ainda vemos dragões e um mundo mais selvagem, digamos assim, uma terra antiga. E nesta história nós já vamos conhecendo vários reinos e terras, assim como suas histórias e lendas.

E um detalhe que eu adorei, foi que em Terramar tudo tem um nome pelo qual é conhecido e um nome verdadeiro. aquele que detém o nome verdadeiro de algo ou alguém, tem todo um poder sobre isso, e pode atém mesmo mudar a sua essência. Por isso é perigoso falar seu nome verdadeiro para qualquer um.

Amei a historia. É dificil acreditar que Ged só tem 19 anos quando a história termina, porque ele aparenta ser bem mais velho. E já tenho um ship e quero ver se acerto. Porque logo no começo já sabemos que ele vai ser um feiticeiro muito poderoso.
O sábio não precisa perguntar, o tolo pergunta em vão.
Beijos Beijos


E mais um romance dos Bedwyns, sim esse é o penultimo da série, e só deixa todos ansiosos por Wulfric, que se mostra mais humano a cada livro.

Esse livro é sobre o irmão dado como morto, Alleyne, o bonitão da família e claro o mais sociável deles. O livro se passa ao mesmo tempo que o da Morgan, só que nós só descobrimos isso , no final, porque as duas histórias se encontram.

Alleyne é o mais novo de quatro irmãos, e aos vinte e cinco anos, não sabia ainda o que iria fazer da vida, e por isso decidiu trabalhar na embaixada, sob as ordens de Sir Charles Stuart, já que estavam vivendo em períodos de guerra. Assim ele vai para Bruxelas, onde tem a missão de entregar uma correspondência no front e voltar com a resposta. E como vimos no livro anterior, de Morgan, ele não retorna.

Rachel York é uma jovem de 22 anos que já sofreu muitos infortúnios na vida. É órfã, acredita que seu tio a odeie e que só lhe dará sua herança, as jóias de familia, quando casar com alguém que ele aprove ou fizer 25 anos. Mas ela precisa de dinheiro imediatamente.
Abandonaria o mal humor e a culpa.Estava mortalmente enjoada de ambos. Ela jamais conseguiria mudar o passado. Viveria o presente e moldaria o futuro o melhor que pudesse.
Quando ela foi para Bruxelas como dama de companhia de uma senhora da alta sociedade, ela acabou se envolvendo com um homem que se apresentava como religioso, só que ela foi enganada por ele, levou quatro de suas amigas a perderem suas economias também e além disso perdeu seu emprego.

As amigas que foram enganadas também, a acolhem na pensão/ bordel delas. E em um momento de desespero , elas vão ao campo de batalha - que já acabou - revistar os corpos para ver se acham algo valioso.Claro que isso não dá certo para elas e elas acabam voltando de mãos vazias.

Aliás, Rachel não volta de mãos vazias. Ela volta com um Alleyne inconsciente e o leva para a pensão com a ajuda do sargento William Strickland, que pensa ser o marido da jovem. Mas quando Alleyne acorda, ele não se lembra do próprio nome ou de onde veio, mas todos percebem que ele tem bons modos e portanto é da Alta sociedade. Assim lhe dão o nome de Jonathan Smith.
Que azar o dele acabar em um bordel sem um centavo no bolso para chamar de seu.
Muito azar mesmo...
Entre se curar fisicamente e recuperar sua memória, Alleyne acaba se aproximando mais de Rachel que das outras garotas e após uma noite em que os dois saem feridos, ele ajuda-a a bolar um plano para recuperar o dinheiro que lhes fora roubado, e de quebra conseguir que Rachel se aproprie de suas jóias. Eles fingirão ser casados para o tio de Rachel, mas mal eles sabem o quanto esse plano pode ser perigoso para os sentimentos de ambos.
 Morri e fui para o céu – murmurou, fechando de novo os olhos. – E o paraíso é um bordel. Ou seria um inferno cruel, já que, lamentavelmente, pareço incapaz de aproveitar as vantagens da minha boa sorte?

Esse livro é um dos mais bonitinhos da série. quando eu digo bonitinho é porque não tem aquele fogaréu dos Bedwyns.

Alleyne, por mais que a gente já tenha conhecido ele superficialmente em outros livros, fica claro pra gente que ele é um bon vivant, alegre, espirituoso e o mais bonitão dos irmão. Então quando ele acorda em um bordel cercado por mulheres, logo vemos traços dessa personalidade dele, mesmo que ele esteja sem lembrança de quem ele é.E mesmo que ele finalmente ache um rumo para a sua vida.
No entanto, por mais estranho que pareça, e isso de certo modo é alarmante, tenho a sensação de que a presente vida não é muito diferente da antiga. Estar envolvido com pessoas loucas em esquemas loucos me parece natural...
Rachel é uma garota linda e que ja passou poucas e boas na vida, assim quando ela se reencontra com sua antiga ama, ela lhe pede ajuda. Bridget mora com Flossie, Phyllis e Geraldine em uma pensão/bordel e juntas elas tem umas economias guardadas, economias essas que foram roubadas por um homem que as enganou.

Tudo o que elas querem é achar o sujeito e pegar o dinheiro de volta. Assim concordam e ajudam no plano que Alleyne e Rachel fizeram e vão juntas com eles e Will. Mas ao chegar lá elas vem que nem tudo é tão simples assim, e viram a casa do Barão de pernas pro ar. Adorei essas mulheres!!!

E elas roubam a cena mesmo. Mesmo sem toda a piruice, elas são sensacionais e cuidam de Rachel, Alleyne e de quem mais precise delas. Deveria ter um livro só delas.

O livro é bom. Os personagens nos conquistam e dessa vez só revemos os Bedwyns no final, que coincide com o final do livro da Morgan. Mas faltou algo, um tempero Bedwyn sabe.

Aliás, uma das coisas mais legais do livro, nós sabemos sobre Alleyne e eles não, é divertido ver como ele vai recuperando a memória e como ele é mesmo daquele jeito. Ele sempre foi um dos meus preferidos dos Bedwyns *--*

Indico claro. E que venha Wulf.
Quando amamos alguém – divagou ela –, não vemos mais essa pessoa objetivamente. Nós a vemos com o coração.
Beijos Beijos



Oiee,

Hoje só vim para falar devento de lançamento de ULTRA CARNEM, do querido Cesar Bravo, que acontecerá neste sábado (19/nov), às 16h00 na Leitura Tietê (em São Paulo). 

Ele é o primeiro autor nacional de ficção da Darkside Books e , claro, nossa Caveirinha linda quer dar as boas-vindas a ele em grande estilo, então eles estarão lá pra ver vocês também <3 


​Cesar Bravo chegou para tocar o terror com os darksiders <3

A programação do evento inclui bate-papo, sorteio de vários brindes, sessão de autógrafos e uma lembrancinha para os leitores famintos da editora. Entrem no evento e participem.

Ultra Carnem é leitura obrigatória para os darksiders que têm fome <3  
Era um encontro inevitável. De um lado, a Caveira querendo publicar revelações da literatura de terror nacional. Do outro, um farmacêutico carismático com um toque de "O médico e o monstro" desejando dar voz as possibilidades sombrias que corriam em suas veias. O pacto foi selado em latim e da união entre Cesar Bravo e a editora mais sombria do mercado nasceu um livro visceral. Ultra Carnem expande a sua obra mais popular, quatro histórias inéditas que despem o irreal e tem como elo um olhar sarcástico de quem observa o mundo e compreende que na disputa entre o céu e o inferno nós somos o prato principal. Narrativas insanas, repletas de pactos, demônios, conversas capciosas, sangue, socos na boca do estômago e… bom, a gente não vai contar tudo. Só o que podemos revelar é que Ultra Carnem expande em muito a mitologia criada por Cesar Bravo, dando detalhes assustadores sobre a infância e a obra maldita de Wladimir Lester, o estranho menino pintor. Além disso, o autor mostra até onde vai a fome de um homem desesperado pela fama ou por uma vida mais digna por direito. A caminhada segue sem pudores expondo a fragilidade de cada um de nós. Por fim, o leitor fica com a sensação de que nós, humanos, não devemos bancar o esperto. E que não existe a possibilidade de enganarmos o céu e o inferno.

Eu queria muito ir... mas daqui para frente está difícil achar um lugarzinho na minha agenda ... Super chateada por não poder ir. Mas vocês que irão, por favor se divirtam por mim. 

Beijos beijos

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