Vou confessar que adoro esses livros adolescentes bem leves sabe, tipo roteiros dos filmes do Disney Channel, nada muito profundo e com uma lição no final. Sim, eu gosto... Aliás, amo filmes do Disney Channel, eles são tranquilos, engraçados e sempre tem uma música envolvida. Alguns muita música, como se a gente fosse parar tudo e começa a cantar né.

Enfim, é nesse espírito que comecei a ler Os Segredos de April, May e June, e não me arrependi porque achei muito fofo.

O livro conta a história das irmãs que nasceram com 13 meses de diferença uma da outra, no caso nos meses de Abril, Maio e Junho e adivinhem só o nome delas?

Sim, April, May e June. Elas acabam de mudar de cidade após o divórcio de seus pais - e um porre de tequila de May. E lá elas se preparam para começar um novo ano letivo na nova escola, nos 1º,2º e 3º anos respectivamente. Mas elas não poderiam ser mais diferentes.

April é estudiosa, ama livros e como toda irmã mais velha , é bem mandona. May, é a filha do meio, ela é toda sarcástica e não faz a minima questão de ser simpática. Já June, a caçula quer aproveitar o máximo sua vida escolar e ser popular, ele é toda fofa e sabe disso.
Essa é a June. A April é a outra. ela está lá em cima. Outra forma de diferenciar as duas é que a June é a importuna e a April é a chata.
Seria mais uma história normal se April, May e June não descobrissem ter adquirido poderes especiais. April pode ver o futuro - de um jeito meio torto e que ela não entende muito bem, May consegue ficar invisível - e nas horas mais impróprias , e June lê mentes - a de todo mundo. E claro que isso no começo causa o maior transtorno da vida delas.

Isso porque apenas June aceita naturalmente,até porque ela já sabia dessa dom delas.Mas o caminho não é aceito tão naturalmente pelas duas outras irmãs. E por causa disso elas podem acabar se machucando sério.
Então qual é o problema?
Eu? Sugeri. - Porque sou meio doida?
Julian franziu a testa.
Se isso é ser doido, acho que consigo aguentar.
O livro é muito fofo. As irmãs são ao mesmo tempo parecidas e diferentes.

April é o cuidado em pessoa, tanto que ás vezes irrita o cuidado dela. E ela é a típica irmã mais velha: mandona, acha que sabe mais e é meio mãezona, afinal tem que tomar conta da pirralhada. Só que claro do alto dos seus 17 anos, ela acaba metendo os pés pelas mãos, principalemnte com seu novo dom de prever o futuro.

May é a rebelde. Ela é sarcástica, engraçada e tem tiradas ótimas. Embora tenha aceitado com dificuldade o divórcio dos pais, ela morre de saudade dele. Ela finge que está tudo bem , só que ele se sente muito sozinha.Tudo o que ela quer é desaparecer dali. E agora com seu novo dom ela pode.
Estava invisível, claro, mas poucas coisas são piores do que se sentir sozinho na multidão.
June é a mais nova e mais serelepe das três. Ela quer ser popular e não mede esforços, o que piora com seu dom de ler mentes, ninguém é páreo para ela.

Agora junte esses três problemas, mas as confusões normais da idade, principalmente com as irmãs e imagine o rolo que não deu. E ainda há uma premonição de April que a deixa doida de preocupação. E isso tudo em meio a esconder segredo da mãe,  festas, porres, garotos e amigas.
Sempre foi só a gente - murmurou ela - E não está mais dando certo.
Julian e Henry são muito tchucos. Mas confesso que gostei mais de Henry, ele com aquela pose de Stanford e todo nerd, me conquistou.
E aí, seu nerd?
Beleza, sua panaca?
Se você procura um livro leve e fofo, super indico ele. Ele é bem sessão da tarde, então não espere nada profundo. O final é simplesmente a coisa mais lindinha.<3
Não é que eu não tenha gostado da capa brasileira, achei muito bonitinha, mas adorei as capas americanas *=*


E a gente é irmã de sangue, né? Isso não se perde.
Beijos Beijos

Sabe quando você pega um livro para folhear e quando vê já está toda imersa no livro e ele acaba, deixando seu coração com aquela quentura boa de uma coisa que você viveu, ou vive, aquela nostalgia gostosa sabe.

Foi assim com Soppy – os pequenos detalhes do amor , uma Hq linda da britânica - tinha que ser inglesa né - Philippa Rice.

Por meio de traços simples, nos quais predominam os tons de preto e vermelho, Philippa Rice usa a linguagem dos quadrinhos para revelar alguns momentos de intimidade, despertando a empatia dos leitores ao mostrar um relacionamento que nada tem a ver com os romances da ficção. O ato de escovar os dentes, compartilhando a pia do banheiro; a disputa por um dos lados da cama na hora de dormir; o cochilo no sofá; a hora de lavar louça e até a conversa sobre quem irá preparar o chá para os dois são flagrantes de uma deliciosa convivência, transbordante de carinho.

Mas a vida entre quatro paredes não é o único foco de Soppy. Caminhadas de mãos dadas, idas ao cinema, passeios ao ar livre, compras no supermercado e a visita a uma livraria também estão retratados no livro. A cumplicidade é tanta que, mesmo nas páginas em que não é mostrado um diálogo, a sintonia do casal é percebida com facilidade. E como nem tudo é perfeito, há brigas e momentos de tristeza, sempre contornados com palavras conciliadoras ou apenas um abraço silencioso.

A história de amor contada em Soppy não é feita de gestos grandiosos. E é exatamente isso que a torna encantadora e envolvente. É impossível não esboçar ao menos um sorriso diante de um casal que é tão real que poderia ser formado pelos leitores, seus amigos ou conhecidos. Com sensibilidade e ilustrações cheias de charme, Philippa Rice mostra que a vida a dois está longe de ser tediosa e que a felicidade pode estar nas pequenas coisas.
Soppy tem traços delicados e simples, e é todo ilustrado em preto, vermelho e branco - no meu caso que li no kobo, preto, branco e cinza - , que a criadora diz que não sabe exatamente o motivo, mas que pode ser por influência de Yves Saint Laurent, e sua La vilaine Lulu .

O livro retrata de forma bem fiel, a rotina de Philippa e Luke, seu namorado. Aliás o livro começou como um diário pessoal só deles. O nome do livro Soppy, em inglês quer dizer que algo é grudendo, mas o livro está meio longe de ser água com açucar.
As tirinhas são bem pé no chão - ou quase isso rsrs, e mostram como um relacionamento  não precisa ser como esses que vemos na Tv , nos filmes e até mesmo desses loucos e cheios de mimimis. O livro mostra que tudo bem você ter um relacionamento simples, aliás, mostra que o amor é simples, não tem nada de fazer altas cenas de amor, mas coisinhas fofas como abraços, dormir de conchinha ou o simples fato de ficarem juntos no mesmo ambiente.

O que tornou esse livro particularmente um sucesso é a simplicidade do cotidiano do casal, e a forma como Philippa passa isso em formas de desenhos. Vemos que somos muito parecidos em algumas coisas, quando falamos de relacionamentos.Há N situações que quem já esteve ou está em um relacionamento já passou, ou passa. É aquela mais visual que textual, aliás há pouquissimo texto. A frase, "uma imagem vale mais que mil palavras" se aplica muito bem nesse livro.

è difícil fazer resenha desse livro, já que ele é mais visual, mas acho que voc~es conseguiram captar o consenso geral dele né?

Super indico , principalmente se você for romântico , e nem precisa ser daqueles românticos frescos ou grandiosos, pode ser daquele pé no chão mesmo, que acredita no amor na sua forma mais ppura e simples. O livro é muito fofo e te faz pensar na vida. Indicado para dar de presente para o amor da sua vida também, viu?
E se você gostou do livro, sugiro que visite o Site dela, o o seu tumblr, que são encantadores.
Anotaram?
E para finalizar coloco uma música que ouvi quando estava lendo este livro - que li super rápidinho na hosra do meu almoço.

Beijos Beijos

Esta semana fui assistir o filme adaptado do romance de Jojo Moyes, Como eu era antes de você, já resenhado AQUI. E agora falo o que eu achei do filme.

Recado importante, JAMAIS vá com suas amigas bagunceiras, o filme já é engraçado aí com elas fica mais engraçado ainda e o único choro é das risadas que você tem que segurar porque tem gente que olha feio rsrsrs.

Recado dado, vamos falar do filme, que talvez tenha spoilers - sorry 'bout that .
Eu gostei do filme, achei ele muito fofo e é bem fiel ao livro, mas não consegui me emocionar tanto, seja pelas risadas com as meninas, seja porque no filme achei Will cruel. Sim, com o livro eu tive uma sintonia que não tive com o filme.

Talvez no silêncio do meu quarto, eu volte a assistir e finalmente as lágrimas caiam, como caíram com o livro, mas mesmo ele sendo bonito e me emocionar por alguns trechos, o filme é mais engraçado que triste. E não, eu não chorei. Acho que ando com o coração mais peludo que o normal.

O filme retrata bem Lou, com aquelas roupas engraçadas e coloridas, a meia de abelha. Aliás, Lou é a que é retratada mais fielmente de todos os personagens. Sua personalidade expansiva, sua criatividade nas roupas e sapatos - e bota criatividade nisso, o jeito estabanado e preocupado com todos ao redor. Enfim, conseguiram captar a personagem.
Will, embora tenha sido muito bem representado pelo gostosíssimo Sam Claflin, não me deixou aquele sentimento que o Will do livro deixou.Eu  não me conectei com ele do jeito que deveria. Sério. O Will do livro te dá a deixa para entender o que ele fez - entender , não aceitar - já o do filme, me deixou com raiva pelo egoismo e crueldade.
Os outros personagens são bem representados principalmente Nathan, o enfermeiro/fisioterapeuta, ele deixa as cenas mais engraçadas, a irmã de Lou não é tão irritante como no livro, os pais e o avô de Lou são aquela fofura, assim como os pais de Will mão são tão desajustados como no livro. O pai é bem normal.

Mas vamos falar de Patrick. Não é que Mathew Lewis não tenha representado bem, é que eu tinha outra idéia de Patrick, assim como ele se tornou meio apagado do filme, mesmo a melhor cena sendo do jantar de aniversário da Lou, ele sendo um dos destaques. Ele não teve aquela coisa com a Lou, nem deixou ódio por ele gostar mais de esportes do que dela como no livro. Eu simplesmente não curti muito.

Não entendam mal, o filme é perfeito, engraçado e com cenas lindas, mas não me conectei com ele. Talvez quando eu o assistir pela segunda vez, eu me emocione, mas dessa vez foi mais as risadas mesmo. E o romance deles que é muito lindo, mas ficaria com muita raiva dele se não tivesse lido o livro antes.

Beijos Beijos

Oiess, hoje no nosso último dia da Semana Incarnate, nós vamos publicar a super entrevista que as meninas dos blogs fizeram com a autora.Bora conferir??

Olá Jodi. Em primeiro lugar, gostaria de agradecer a oportunidade de fazer essa entrevista com você. Antes de começar a entrevista, gostaria de saber, para você, quem é Jodi Meadows?
Olá e obrigada !Quem é Jodi Meadows? Uma autora com uma dependência de cafeína e um pequeno exército de furões. Por quê? Quem é ela para você ???
Sei que essa pergunta depende muito do seu humor, mas perguntarei da mesma forma: Hoje, o que lhe levou a escrever a trilogia Incarnate?
Eu já tinha várias peças para a inspiração da trilogia na minha cabeça, e a ideia real aconteceu muito tempo antes que eu escrevi as primeiras palavras. Então, eu realmente não me lembro do momento em que decidi escrever o livro, só que ele parecia ser um livro muito difícil de escrever, então eu o coloquei de lado até o dia que senti que não tinha mais nada a provar – ou a perder.
A trilogia Incarnate tem muito sobre o tema reencarnação. Você fez pesquisas religiosas sobre o assunto ou se ateve apenas ao que encontrou na internet?
Eu fiz alguma pesquisa sobre o assunto, para me certificar de que não estava pisando no pé de ninguém. Mas, no final, a reencarnação do meu livro é uma fantasia completa. Não é baseado em quaisquer crenças reais.

Todos nós sabemos do seu amor por furões. De onde começou isso e quantos você adotou até hoje?
Eu vi um furão quando eu era um adolescente e sabia que queria um. Quando me casei, levou algum tempo para convencer o meu marido de aceitar essa ideia, mas no final ele apenas me queria feliz. Agora ele também ama furões.
Tricotar é um trabalho ou um hobby?
Eu faço crochê, malha, e giro fios - como um hobby. É algo que faço por diversão e para relaxar. Nunca quis transforma-los em um trabalho.
Você tem alguma previsão de quando pode chegar a sair os Greatest Hits of Dossam?
Provavelmente nunca! Quer dizer, como eu vou escrever a música?? Eu não sou um compositor. Você não gostaria que a música que eu criar, seria um desastre hahaha. Mas adoraria que algum dia existisse.
Você sabia como Infinita iria terminar quando escreveu Almanova?
Sim! Quando comecei a escrever Almanova, eu sabia exatamente como iria acabar Infinita. Algumas mudanças foram feitas durante o meu processo de revisão, mas a cena final do livro não se alterou.
Deu trabalho escrever o relacionamento de Ana e Sam? Eles são tão diferentes – em questão de experiência – e deve ter sido difícil escrever para não fazer um relacionamento forçado.
Não foi difícil. Eu sabia que eles estavam trabalhando para estar juntos, e havia tantas partes de ambos os personagens que complementam o outro. Eles se encaixam.
Você pensou desde o início na relação de Sam com os dragões ou foi algo que aconteceu no amadurecimento da escrita?
Eu tinha uma ideia sobre a relação de Sam com os dragões, mas quando chegou a cena em Infinita, quando os dragões vieram foi que eu percebi como era sério!
Sabemos que lançastes ano passado um novo livro. Pode nos falar mais sobre ele? Tem previsão de lançamento dele no Brasil?
Meu próximo livro se intitula “The Orphan Queen”. Nele nós temos a história de Wilhelmina, ela é uma princesa que foi levada para longe de sua terra natal quando criança e se aperfeiçoou no furto. Ela volta após dez anos como espiã, junto com seus amigos, se infiltram na corte para descobrir o que houve e salvar a sua nação de um problema. Só que seus inimigos já estão a espreita, e Wil deve ser mais inteligente e rápida que todos. Ele ainda não foi lançado no Brasil, mas espero que seja em breve.
Uma pergunta que todos querem saber: Tem interesse de visitar o Brasil?
Essa é uma pergunta fácil de responder. Eu adoraria visitar o Brasil a qualquer momento, me dizem coisas maravilhosas sobre seu país.
Qual a importância do blogueiro literário?
Eu amo os blogueiros literários. Eles são tão apaixonados por livros e leituras, além de espelhar a palavra sobre os que amam. É um grande trabalho!
Por ultimo, obrigada pela participação. Deixe uma mensagem para os seus fãs brasileiros.
Olá Brasil! Vocês são verdadeiramente surpreendentes. Eu amo o quanto vocês se preocupam com livros e quão completamente doce todos vocês são. Obrigado pela leitura!

Adorei a entrevista, a Jodi é super simpática e estou doida para ler The Orphan Queen. Alguma editora poderia comprar os direitos né ... Ouviu dona Valentina??

E assim termina a nossa semana Incarnate. Espero que vocês tenham curtido assim como eu. E que tenham gostado desse universo que a Editora Valentina e a Jodi Meadows trouxe para nós!!

Beijos Beijos

E no nosso quarto e penúltimo dia da semana Incarnate, temos dreamcast e musica!!!

Sim, e Olha que a Playlist está bem caprichada.


Para os papéis principais de Ana e Sam, temos esses dois queridinhos:
Sim, Bella Thorne e Gregg Sulkin.

Mas vamos conhecer melhor os personagens!!

SAM.
Ficha Técnica:

Nome: Dossam
Idade: +5,000 anos
Profissão: Músico
Aparência:
"A barba por fazer escurecia seu queixo e, embora aparentasse a mesma idade que eu, era bem mais alto. Tinha pele bronzeada, olhos afastados um do outro, e cabelo escuro e despenteado."
Habilidade:
Dossam é músico e com o decorrer dos anos e das vidas que viveu aperfeiçoou sua habilidade com qualquer tipo de instrumento, além disso ele também aprendeu a criar seus próprios instrumentos, buscando a perfeição sempre que se propõe um projeto.
Personalidade:
Sam é doce, carismático e fiel. É o ponto de apoio de Ana durante toda a história, preocupado e sensível ele faz o possível para que ela se sinta aceita e amada mesmo quando tudo e todos estão contra ela. Assim como é com seus instrumentos quando decide o que é certo ou não luta até o fim para que o correto seja feito.

ANA
Também conhecida Almanova ou Sem-Alma
Ficha técnica:

Nome: Ana
Idade: 18 anos
Característica: Ela é a primeira Almanova há nascer em 5.000 anos.
Aparência:
"Na verdade, você parece muito com Menehem quando eu o vi pela última vez, com os cabelos vermelhos e as sardas. Você demonstra a bravura de sua mãe e a inteligência de seu pai, mas algumas coisas, como música e poesia, são paixões da alma."
Habilidade:
Assim como Sam ela gosta de música e aprende rápido. Torna-se aluna de Dossam para aprofundar seus conhecimentos musicais. Não tem nenhuma habilidade marcante a não ser que sua coragem e destemor sejam caracterizados aqui.
Personalidade:
Ana é corajosa e quando se vê confrontada devido a sua condição de Almanova passa a lutar pelos direitos dos próximos que virão depois dela, mesmo sem saber se terá outra vida ou não. Ela é determinada e se mantém fiel aos seus preceitos e planos, por mais que isso possa lhe trazer dificuldades. Ana não tem medo de enfrentar um mundo que se vê acomodado enquanto tenta mudar tudo e todos.

Sim, Dois personagens muito fortes. E muito fofos!!!


ESSA MUSICA ME LEMBRA ALGUÉM....

Semana Especial de Incarnate não poderia deixar de ter um "Essa música me lembra alguém...", então as meninas do blog Pausa para um livro e LiteRata saíram a procura de duas músicas que combinassem um pouco a situação de Ana e Dossam e acontece que encontraram ambas em duas bandas maravilhosas.

Uma música é sujeita a várias interpretações e aliada a um livro e a percepção de cada leitor essas percepções só crescem, Então, tirem suas próprias conclusões. Vamos conferir !

I am Only One - We are the Fallen

CLIPE DA MÚSICA
We are the Fallen é uma banda composta por ex-integrantes das bandas Evanescence: Ben Moody, John LeCompt e Rocky Gray, além da sexta colocada do American Idol 7, Carly Smithson e do ex-Disturbed e Static-X, Marty O’Brien. I am Only the Fallen é uma música que me lembrou Ana pela sensação de solidão, senti que esta música retrata um pouco de como a ela se sente, da sensação de estar sozinha e não vivido tanto quantos os outros. Mas também fala de sua força e da forma como ela cresceu e lutou pelo que acreditava até o fim, mesmo isso significando que talvez ela desperdiçasse sua única chance de viver uma vida ao lado do Sam.
You and Me - Lifehouse
CLIPE DA MÚSICA
A música escolhida é You and Me, de seu 3º álbum do Lifehouse. A canção alcançou o #5 na Billboard Hot 100 e permaneceu na parada por 66 semanas, além disso, fez parte da trilha sonora de vários seriados. Escolhi ela por me lembrar de Dossam e de sua confusão em relação a Ana apesar do amor que sente, de tudo que ele esperou e só encontrou quando a conheceu. A forma como apesar das incertezas ele a segue, confia e não tem medo de como as coisas podem acabar. Essa música com certeza é de Sam.

Essa super playlist também foi elaborada pelas meninas , então é só dar um play e conferir. Eu amei. Amo Snow Patrol *=*

E aí gostaram???  Eu gostei muito.

Beijos Beijos

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