Sabe quando você lê um livro e ele te toca de verdade. Aquele tipo de livro que vê tipo sensível, você lê e quando acaba você fica pensando sobre ele, não sobre ele na verdade mas na mensagem que ele passa. Claro que se você for sensível, você vai chorar. Se você não for ... bem você vai se sensibilizar do mesmo jeito haha



O Primeiro telefonema do céu não é o primeiro livro que leio do Mitch Albom. E muito embora eu não tenha chorado nesse, ainda me dói o coração lembrar de As cinco pessoas que você encontra no céu. EEE NÃO É AUTO AJUDA!!!

Bom o livro se passa na pequena cidade de Coldwater, uma cidadezinha americana no meio do nada com sabor de chocolate e cheiro de terra molhada. Tudo começa com o telefone de Tess Raferty tocando. E qual é sua surpresa quando ela descobre que no outro lado da linha é a sua mãe. Só que sua mãe está morta há quatro anos. E ela não é a única.

Jack Sellers e sua ex mulher, Doreen,também recebem uma ligação do filho morto em uma missão no Afeganistão.

Mas o paranauê todo começa com Katherine Yellin, que divulga para quem quiser escutar durante um culto, que sua irmã, a quem era extremamente ligada e morreu de um aneurisma, se comunicou com ela! Claro que todos ficam abismados até que um homem, Elias, também fala que recebeu uma ligação dessas.
Deus ouve nossas preces?
Sempre.
Quando receberemos as respostas?
Vocês já as têm.
Vocês estão acima de nós?
Estamos bem ao seu lado

Claro que alguém avisa a um canal de Tv, e isso envia Amy Penn, uma jornalista que vai cobrir esta história de perto. E quanto mais parece na mídia, mais pessoas surgem com os telefonemas , e claro mais malucos e protestantes começam a chegar na cidadezinha. Entre fanáticos e crédulos, loucos e baderneiros, tem um que se sobressai e desde o começo não acredita nisso. Mesmo que isso magoe seu filhinho.

Sully Harding, é ex piloto das Forças Armadas, depois de ser preso injustamente após um acidente e perder seu emprego, ele volta a cidadezinha para criar seu filho Jules, após a morte de sua esposa Giselle, da qual nem foi no enterro porque estava preso. Em meio as voltas de seu emprego, ele acha tempo para investigar este mistério. Afinal, milagres não existem.... Ou será que ele está enganado?

Existe o momento de começar as coisas e também o momento de encerrá-las. É por isso que o ato de enterrar parece natural, mas o de desenterrar, não.


O que eu achei o mais legal é a mistura da história com fatos sobre o telefone e Alexander Graham Bell o"inventor" do telefone. Vocês sabiam que se não fosse o nosso querido Dom Pedro, o telefone hoje talvez não fosse essa coca cola toda?? Fiquei beshta.



Adorei o livro os personagens, o modo como os telefonemas foram capazes mais que dar esperança para dos mortos aos vivos, mas conectar as mais diferentes pessoas. Pessoas que se não fosse por estes telefonemas, nunca mudariam sua forma de ser ou se conheceriam melhor.

O história é linda, o autora maravilhoso, o final foi uma surpresa. Eu sempre super indico!!!

Beijos Beijos


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